
Hão de serem os meus olhos,
O farol a guiar o teu barco.
E minhas mãos pequeninas,
A delicada carícia
A afagar o teu peito.
Ah! O teu peito amor.
Que grandes mistérios
Esconde este sujeito.
Com certeza há nele
Incontáveis belezas.
Mal posso esperar para vê-las!
Hão de serem os meus lábios,
O fabricante do néctar sublime.
Sem o qual tu não mais sobrevives.
Se não bebê-lo a todo instante,
E muito mais do que sempre.
Pois não é menos que eternamente,
Que dura um amor como esse.
Mesmo que ainda não o acalente (eu acho)
Em tua razão consciente.
Porém Romeu,
O teu coração não mente.
Dera-me ele tantos sinais,
Que já não sou mais tão descrente! (Lê Costa)
O farol a guiar o teu barco.
E minhas mãos pequeninas,
A delicada carícia
A afagar o teu peito.
Ah! O teu peito amor.
Que grandes mistérios
Esconde este sujeito.
Com certeza há nele
Incontáveis belezas.
Mal posso esperar para vê-las!
Hão de serem os meus lábios,
O fabricante do néctar sublime.
Sem o qual tu não mais sobrevives.
Se não bebê-lo a todo instante,
E muito mais do que sempre.
Pois não é menos que eternamente,
Que dura um amor como esse.
Mesmo que ainda não o acalente (eu acho)
Em tua razão consciente.
Porém Romeu,
O teu coração não mente.
Dera-me ele tantos sinais,
Que já não sou mais tão descrente! (Lê Costa)
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