Como desejo encontra-te,
Maravilhoso cavaleiro andante.
Desbravador de vales e montanhas.
Os sonhos ao teu lado,
Serão mais coloridos, mais vivos.
Pois trazes contigo,
Todas as espécies de flores
Borboletas e pássaros cantantes,
Toda a primavera em si,
Tens guardado dentro de ti...
De teu precioso coração.
Mais valioso do que o ouro,
Do que a prata escolhida.
Assim és tu...
Oh! Bravo cavaleiro da armadura reluzente
O eleito que irá receber o meu amor,
A minha alma, os meus pensamentos.
E se isso não for o bastante,
Dar-te-ei todo fôlego de vida
Que há em meu peito,
E assim, morrerei feliz ao teu lado.
Minha doce quimera...
Meu amado...
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Último pranto
Não quero a doce claridade de um dia de sol,
Nem o molhado e vibrante som da chuva.
Não quero todas as riquezas deste mundo,
Nem todas as flores da Senhora Primavera.
Não quero a beleza da luz de todas as estrelas,
Nem que o universo as desse como dádivas a mim.
Não quero o suspiro dos casais apaixonados,
Nem o mel de suas juras de amor eterno.
Não quero a pureza do olhar de uma criança,
Nem o seu coração mais puro ainda.
Não quero o triste canto de algum pássaro perdido,
Nem trocá-lo pelo meu, ainda mais sofrido!
O que eu quero, oh amado!
É simples como uma brisa,
Singelo como um olhar,
O que eu quero é te ver.
Para conversarmos um pouco,
Para eu te abraçar mais um pouco.
Para eu poder chorar o meu último pranto,
Nos teus braços... Não nos de outro!
E que minhas lágrimas rolem...
Direto da minha dor.
Direto do meu amor...
Para o fundo da tua alma.
Para que quando as tiver
Assim, sublimadas dentro de ti,
Possas sentir tudo o que há
Sublimado dentro de mim...
Nem o molhado e vibrante som da chuva.
Não quero todas as riquezas deste mundo,
Nem todas as flores da Senhora Primavera.
Não quero a beleza da luz de todas as estrelas,
Nem que o universo as desse como dádivas a mim.
Não quero o suspiro dos casais apaixonados,
Nem o mel de suas juras de amor eterno.
Não quero a pureza do olhar de uma criança,
Nem o seu coração mais puro ainda.
Não quero o triste canto de algum pássaro perdido,
Nem trocá-lo pelo meu, ainda mais sofrido!
O que eu quero, oh amado!
É simples como uma brisa,
Singelo como um olhar,
O que eu quero é te ver.
Para conversarmos um pouco,
Para eu te abraçar mais um pouco.
Para eu poder chorar o meu último pranto,
Nos teus braços... Não nos de outro!
E que minhas lágrimas rolem...
Direto da minha dor.
Direto do meu amor...
Para o fundo da tua alma.
Para que quando as tiver
Assim, sublimadas dentro de ti,
Possas sentir tudo o que há
Sublimado dentro de mim...
sábado, 12 de março de 2011
Olhos de promessas
Que saudade dos teus olhos
De tantas promessas.
Ai quem me dera guardá-los
Para sempre!
Quero beijá-los,
Segui-los eternamente.
Não posso mais viver assim
Tão descontente!
Irei louvá-los!
Agradecer constantemente,
O dia em que meus olhos cansados
Encontraram teus olhos amados.
Os teus olhos amor
Doce quimera....
Serão a primavera dos meus dias.
Serão meu sonho,
Meu porto seguro.
Minha doida fantasia.
Prometo-te amor
Não amar
Outros assim.
E dedicar-me
Inteiramente a este santo dever,
Protegê-los com todo o carinho
Que há em meu ser...
De tantas promessas.
Ai quem me dera guardá-los
Para sempre!
Quero beijá-los,
Segui-los eternamente.
Não posso mais viver assim
Tão descontente!
Irei louvá-los!
Agradecer constantemente,
O dia em que meus olhos cansados
Encontraram teus olhos amados.
Os teus olhos amor
Doce quimera....
Serão a primavera dos meus dias.
Serão meu sonho,
Meu porto seguro.
Minha doida fantasia.
Prometo-te amor
Não amar
Outros assim.
E dedicar-me
Inteiramente a este santo dever,
Protegê-los com todo o carinho
Que há em meu ser...
Acaso não sabes...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
levantas tão sublimes
Palmas brancas,
Vão-se minhas dúvidas
Meus medos...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Mandas para longe
Meus tormentos.
Incendeiam-se meus lábios
Meus pensamentos...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Arrebatas para ti
Todas as cores.
Abrem-se minhas flores,
Meus vulcões...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Revelas para mim
Os teu segredos.
Derramam-se meus sonhos,
Meus desejos...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Imploras com ternura
Por meus beijos.
Apagam-se minhas dores
Meus anseios...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
levantas tão sublimes
Palmas brancas,
Vão-se minhas dúvidas
Meus medos...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Mandas para longe
Meus tormentos.
Incendeiam-se meus lábios
Meus pensamentos...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Arrebatas para ti
Todas as cores.
Abrem-se minhas flores,
Meus vulcões...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Revelas para mim
Os teu segredos.
Derramam-se meus sonhos,
Meus desejos...
Acaso não sabes...
Querido Anjo.
Quando lanças tua voz
Assim ao vento,
Imploras com ternura
Por meus beijos.
Apagam-se minhas dores
Meus anseios...
Assinar:
Postagens (Atom)