Se acaso, eu morrer essa noite,
Saiba que me fui desse mundo,
Amando-te...
Desde de quando te vi,
Pela primeira vez.
Era uma dia de Fevereiro.
E eu me lembro,
Do impacto que a imagem
De um total desconhecido
Causou ao meu coração.
O pobre acelerou como um
Louco desvairado.
Naquele momento senti,
A vida nunca mais seria a mesma.
Que grande ironia, não é?
A possuidora da minha vida,
Não era mais eu.
Mesmo que eu não desejasse,
Tal sorte, nem pra mim,
Nem pra ninguém.
Foi muito mais forte,
Me deixou sem um norte.
E cá estou eu...
Se acaso, eu morrer essa noite,
Saiba que me fui desse mundo,
Amando-te...
Querendo-te, loucamente.
Pois não sei sentir de outra maneira.
Que não seja assim.
Extremada, exagerada, inconsequente.
Vejo-te sempre nos sonhos.
Lugar onde ainda posso estar perto de ti.
As vezes penso,
Ah! Como seria bom dormir infinitamente.
Para todo o sempre estar num lugar
Onde a dor não possa me alcançar.
Cheguei a pensar que já era o fim.
Que o amor já havia acabado.
Mas ele é traiçoeiro.
Fingi que vai e volta ainda mais inteiro,
Completo e irredutível.
Queimando aqui dentro do peito.
Amor! Amor! Amor! Como disse o poeta:
“onde me salvo e me dano”
Não importa.
Pois meu sentimento é incondicional.
Sei que não o pedes, mesmo assim ele é teu.
Por isso, te peço nunca esqueça que,
Se acaso, eu morrer essa noite,
Saiba que me fui desse mundo,
Amando-te...
Sempre e sempre
Amando-te...
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Homem certo
Homem certo... Tu és um cara legal.
Carinhoso e cavalheiro como poucos.
Creio não haver alguém mais amigo e fiel.
Sei que se eu pedisse; tu me darias a lua cheia de encantos.
Um amor puro e polvilhado com o brilho das estrelas mais doces.
Ah! Homem certo... Tu és um cara inteligente e sincero.
Te dedicas a me agradar e mostrar que no mundo não há,
Alguém para me amar com um amor raro como teu.
Mas apesar de tudo isso...
Por que é mais fácil amar o homem errado,
Do que alguém como tu?
Por que ainda fechar os olhos por outro que não é tu?
Carinhoso e cavalheiro como poucos.
Creio não haver alguém mais amigo e fiel.
Sei que se eu pedisse; tu me darias a lua cheia de encantos.
Um amor puro e polvilhado com o brilho das estrelas mais doces.
Ah! Homem certo... Tu és um cara inteligente e sincero.
Te dedicas a me agradar e mostrar que no mundo não há,
Alguém para me amar com um amor raro como teu.
Mas apesar de tudo isso...
Por que é mais fácil amar o homem errado,
Do que alguém como tu?
Por que ainda fechar os olhos por outro que não é tu?
sábado, 1 de janeiro de 2011
Espera

Oh! Madrugada encantada!
O que me trouxeste em tuas asas?
Sinto o gosto da chuva.
Que entre meus lábios
Tem o sabor das mais açucaradas uvas.
Dá- me uma a uma.
Para que eu possa saboreá-las aos poucos.
Em pequeninas doses.
Pois quem pode, a não ser tu,
Oh! Madrugada boêmia,
Cupido negro,
Nos oferecer tão bom enredo
Para conquistar um coração?
Oh! Madrugada encantada.
O que me trouxeste em tuas asas?
Ouço lá fora, o canto do quero-quero.
Será que ele é sabedor, que eu também quero.
Que a minha espera não seja em vão?
Sim, avezinha rio-grandense!
Teu canto não me mente.
És escrava da esperança do desejo e da paixão.
Mesmo assim não esconda teus olhos.
Da vida que corre lá fora.
Pois ela é um trem, que jamais volta.
Por isso, segue teu voo bonito.
Rumo ao infinito.
Que é o destino de todos nós.
Muy lejos
Queria voar... Mas tu me cortaste as asas.
Justo eu que amava o vento batendo,
Em meu corpo de pássaro.
No porto nublado da insanidade,
Deixei meu coração, oh! Bem amado...
Pois sim, mais que tu,
Jamais alguém foi ou será esperado!
Onde andará tua voz, que tem o balanço das ondas?
Teus olhos, de grandes lagos salinos?
Tua boca, oceano selvagem, profundo?!
Justo eu que amava o vento batendo,
Em meu corpo de pássaro.
No porto nublado da insanidade,
Deixei meu coração, oh! Bem amado...
Pois sim, mais que tu,
Jamais alguém foi ou será esperado!
Onde andará tua voz, que tem o balanço das ondas?
Teus olhos, de grandes lagos salinos?
Tua boca, oceano selvagem, profundo?!
Já não escrevo mais como quem canta à alma
Já não escrevo mais, como quem canta à alma...
Eis que as palavras se esvaem como areia
Entre meus dedos, meus medos.
E essa sombra que me persegue nos sonhos,
Acaso irá embora algum dia?
Oh! Sombra tão querida!
Por quanto tempo mais andarás perdida,
Nas quimeras da ilusão?
Foste tu, meu doce bálsamo.
Pássaro rei, amado!
Recordas-te ainda como eras no passado?
Porém hoje te tornaste amargo e escuro.
Como um abismo profundo.
Como flores tristes e medrosas.
E é por isso, que já não escrevo mais, como que canta à alma...
Eis que as palavras se esvaem como areia
Entre meus dedos, meus medos.
E essa sombra que me persegue nos sonhos,
Acaso irá embora algum dia?
Oh! Sombra tão querida!
Por quanto tempo mais andarás perdida,
Nas quimeras da ilusão?
Foste tu, meu doce bálsamo.
Pássaro rei, amado!
Recordas-te ainda como eras no passado?
Porém hoje te tornaste amargo e escuro.
Como um abismo profundo.
Como flores tristes e medrosas.
E é por isso, que já não escrevo mais, como que canta à alma...
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