Te fiz um breve poema,
Sei que não o pediu nem o queres.
Mas preciso dizer-te o quanto teus olhos Castanhos serenamente cativaram-me.
Mesmo sem tu pedires ou buscares por mim.
Te fiz um breve poema como quem canta a Uma estrela distante...
A qual não posso alcançar,
Mas isso não me impede de te adorar.
Te fiz um breve poema,
Pois tua voz doce ainda soa em meu ser.
E voam como borboletas azuis.
Eu ainda não a esqueci.
Mas sei que o tempo se encarregará de
Silencia-lá em algum momento
Ou fração de segundos eternos
Onde a ternura é aprisionada
Sem dó na cela da desventura!
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Porta retrato
Como cessar a dor?
Aquela que nos aperta,
Sufoca e desatina?
Como cessar as lágrimas
As quais correm como
As ondas do mar enfurecidas
Em dia de temporal?
Como colar a alma quebrada
Em mil pedaços pelas mãos amadas?
Como suportar a vida, quando a mesma
Não nos faz mais sentido?
Apenas partindo,
Para viver na imensidão do nada,
Do pó, e nas lembranças de alguém
Em algum porta retrato,
Depois nem isso...
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