quarta-feira, 27 de julho de 2011

Fênix

























Hoje minha alma chora.
E está cheia de coisas estranhas...
Perdeu o brilho, a cor o perfume das rosas.
Seu cheiro agora é de sombras.

Hoje minha alma chora.
Tantas desencantadas lágrimas...
Não haverão mais sóis na madrugada.
Nem luas nas manhãs ensolaradas.

Hoje minha alma chora.
Frágil borboleta azul cansada...
Não pode mais voar, enxergar, levitar.
Transbordar de luz na alvorada.

Hoje minha alma chora.
Seu coração, geme e implora...
Ela está tão cansada de perder.
Que já deseja ir embora.

Hoje minha alma chora.
Ninguém entende seu pranto...
Nem sequer a vê.
Fecha teus olhos pra sempre.

Assim quem sabe
Como a altiva Fênix,
Um dia também
Irás renascer...

Amiga Irmã

























Como faz falta uma amiga de verdade.
De carne, osso, alma, flores e cores...
Onde em seu colo eu pudesse colocar a cabeça e chorar, desabafar...
E ela ao invés de julgar apenas me ouviria e abraçaria...

Em seus seu lábios eu sei
Haveria uma doce canção de ninar.
Com o poder de arrancar
Toda tristeza... Lágrima negra...

Eu gostaria tanto ainda de acreditar.
Que um dia eu a hei de encontrar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Par perfeito























Tenho que confessar-te algo
Ainda que isso magoe
Teu coração.

Aonde eu vou, tu vais.
Quando me deito,
Tu estás comigo.
Quando levanto também.

Mas eu tenho que dizer-te.
Teus lábios são como rios congelados.
Teus abraços me dão calafrios.
E quando tu me olhas
Implorando por algum sinal de carinho,
Eu sinto vontade de cuspir-te na cara.

Mas o que eu posso fazer?
Já te mandei tantas vezes embora.
E tu numa atitude de demente
Continua a desejar-me endoidecidamente.
Que só me resta aceitar-se.

Então vem!
Reclina aqui no meu peito.
E sejamos para sempre
Um par perfeito.

Eu mulher...
Tu ausência...


Par perfeito

Tenho que confessar-te algo.
Ainda que isso magoe
Teu coração.

Aonde eu vou, tu vais.
Quando me deito,
Tu estás comigo.
Quando levanto também.

Mas eu tenho que dizer-te,
Teus lábios são como rios congelados.
Teus abraços me dão calafrios.
E quando tu me olhas
Implorando por algum sinal de carinho,
Eu sinto vontade de cuspir-te a cara.

Mas o que eu posso fazer.
Já te mandei embora tantas vezes,
E tu numa atitude de demente
Continua a desejar-me endoidecidamente.
Que só me resta aceitar-te.

Então vem!
Reclina aqui no meu peito.
E sejamos para sempre
Um par perfeito.
Eu mulher...
E tu ausência...