quarta-feira, 27 de julho de 2011

Fênix

























Hoje minha alma chora.
E está cheia de coisas estranhas...
Perdeu o brilho, a cor o perfume das rosas.
Seu cheiro agora é de sombras.

Hoje minha alma chora.
Tantas desencantadas lágrimas...
Não haverão mais sóis na madrugada.
Nem luas nas manhãs ensolaradas.

Hoje minha alma chora.
Frágil borboleta azul cansada...
Não pode mais voar, enxergar, levitar.
Transbordar de luz na alvorada.

Hoje minha alma chora.
Seu coração, geme e implora...
Ela está tão cansada de perder.
Que já deseja ir embora.

Hoje minha alma chora.
Ninguém entende seu pranto...
Nem sequer a vê.
Fecha teus olhos pra sempre.

Assim quem sabe
Como a altiva Fênix,
Um dia também
Irás renascer...

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