“Tu foi ou é grande amor da minha vida”. Imaginem só alguém dizer pra gente essas palavras.
Será que algum de nós, sabemos ao certo a profundidade que é isso. Ser o grande amor da vida de alguém.
Todo mundo merece viver um grande amor, e é por isso que ninguém merece ser amado pela metade.
Mas nem todo mundo é maduro o suficiente pra viver um grande amor. As vezes, nem o reconhece, ainda que o mesmo esteja bem diante do seu nariz. E isso, nada tem a ver com idade. Podemos ser independentes financeiramente, ter mais de 30 anos, e nos comportarmos como garotinhos e garotinhas medrosos.
Que situação! As vezes temos medo de ser feliz, de amar e ser amado. Não raras vezes, pensamos que estamos buscando o amor, quando na verdade o estamos evitando, retardando. Mas eu não falo de paixõezinhas, as quais vêm depressa e vão-se mais ainda. Mas sim no amor que dura pra sempre, que resiste ao tempo, a distância, a morte.
É! Eu faço parte do pequeno e seleto grupo que ainda acredita veemente nisso. E ai de quem me julgar por isso, (risos).
Não se abrir para o amor é a pior besteira que alguém pode fazer na vida. Porém, nem sempre é fácil abrir a guarda para o amor. Aí vem a lista dos porquês: medo de errar, medo de não dar certo, medo de ser deixado, medo de ser traído... Medo, medo, medo. Temos que ter forças para vencer esse nosso companheiro de vida, pois sim, ele sempre estará conosco. Durante toda a nossa trajetória nesse mundo. É preciso achar um jeito de driblá-lo. Se não, não vamos viver e sim sobreviver. E isso já é quase que morrer.
Ah! o amor. É ele que nos move. Quem diz o contrário mente para si mesmo. Ninguém é auto suficiente o bastante para ser, estar sozinho. Precisa-se de coragem, de coração, de emoção, de explosão, para se viver um grande amor.
Mas principalmente precisa-se escolher vivê-lo, senti-lo e bebê-lo até a sua última gota. Essa é minha modesta opinião. Já falei e vou repetir não se abrir para o amor é a pior besteira que eu, tu, ele, nós, vós e eles podemos fazer na vida.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Príncipe Azul
Por que as coisas são assim...
Parece que a minha felicidade,
Sanidade estão aí...
Bem na palpa da tua mão.
Tudo gira,
Em torno de ti.
Por ti, para ti.
Pois estar,
Longe dos teus olhos,
Me faz só querer ser,
Amiga da solidão.
E acabo caindo...
Me ferindo...
Pois dói demais viver
Sem te ter...
Não poder te tocar,
Te abraçar te revirar do avesso,
Me ataca, devora... agora e toda hora.
Meu príncipe azul...
Guardião da minha vida!
Da minha alma!
E calma é tudo que
Eu não tenho...
Te quero sem demora...
Sem medo culpa...anseio.
Te quero com desejo.
Com quentura, ternura.
Vem depressa pra mim
Que eu não sei esperar.
Só sei te amar... amar e amar!
Parece que a minha felicidade,
Sanidade estão aí...
Bem na palpa da tua mão.
Tudo gira,
Em torno de ti.
Por ti, para ti.
Pois estar,
Longe dos teus olhos,
Me faz só querer ser,
Amiga da solidão.
E acabo caindo...
Me ferindo...
Pois dói demais viver
Sem te ter...
Não poder te tocar,
Te abraçar te revirar do avesso,
Me ataca, devora... agora e toda hora.
Meu príncipe azul...
Guardião da minha vida!
Da minha alma!
E calma é tudo que
Eu não tenho...
Te quero sem demora...
Sem medo culpa...anseio.
Te quero com desejo.
Com quentura, ternura.
Vem depressa pra mim
Que eu não sei esperar.
Só sei te amar... amar e amar!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Cegueira
Pelas ruas vazias da incerteza andei.
E com os pés sangrando eu avistei,
O sonho alado, que um dia
Tanto desejei.
Implorei-o, para que não fosse embora
Outra vez!
Jurei que nunca havia colocado,
Outro alguém, naquele lugar especial
Que um dia eu lhe dei...
Olhei diretamente em seus olhos.
E vi que ainda eram tristes, perdidos...
Oh! Anjo cego, incompreendido... Por quê?
Ainda andas pela vida, sem rumo,
Sem saída?
Porque não enxergaste que
Há tanto tempo já encontraste
Teu porto seguro?
Lugar onde o amor ainda é puro,
E cuja felicidade é sempre renovada.
Quando olharás e dirás...
Enfim, acabei a procura.
Pois só aqui achei minha cura?!
E com os pés sangrando eu avistei,
O sonho alado, que um dia
Tanto desejei.
Implorei-o, para que não fosse embora
Outra vez!
Jurei que nunca havia colocado,
Outro alguém, naquele lugar especial
Que um dia eu lhe dei...
Olhei diretamente em seus olhos.
E vi que ainda eram tristes, perdidos...
Oh! Anjo cego, incompreendido... Por quê?
Ainda andas pela vida, sem rumo,
Sem saída?
Porque não enxergaste que
Há tanto tempo já encontraste
Teu porto seguro?
Lugar onde o amor ainda é puro,
E cuja felicidade é sempre renovada.
Quando olharás e dirás...
Enfim, acabei a procura.
Pois só aqui achei minha cura?!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Última oração

Um ano sem teu abraço,
Tua voz, teu sorriso tão amigo.
Um ano de cores desbotadas.
De um céu azul tristeza.
E tantas incertezas...
Ah! como era bom,
Te ouvir cantando, brincando.
Um menino cheio de encantos.
Tantos! Que nem os posso contar,
Medir, esquadrinhar.
Meu doce pai, Vilmar!
Como eu queria agora
Nesse momento poder
Te abraçar, te beijar.
Te dizer que nada,
Nem as profundezas
Da morte,
Vai nos separar.
Estarás comigo!
Na memória e no coração.
Até a última oração.
Recordação e respiração.
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