sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cegueira

Pelas ruas vazias da incerteza andei.
E com os pés sangrando eu avistei,
O sonho alado, que um dia
Tanto desejei.

Implorei-o, para que não fosse embora
Outra vez!
Jurei que nunca havia colocado,
Outro alguém, naquele lugar especial
Que um dia eu lhe dei...

Olhei diretamente em seus olhos.
E vi que ainda eram tristes, perdidos...
Oh! Anjo cego, incompreendido... Por quê?
Ainda andas pela vida, sem rumo,
Sem saída?

Porque não enxergaste que
Há tanto tempo já encontraste
Teu porto seguro?
Lugar onde o amor ainda é puro,
E cuja felicidade é sempre renovada.

Quando olharás e dirás...
Enfim, acabei a procura.
Pois só aqui achei minha cura?!

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