sábado, 1 de janeiro de 2011

Muy lejos

Queria voar... Mas tu me cortaste as asas.
Justo eu que amava o vento batendo,
Em meu corpo de pássaro.

No porto nublado da insanidade,
Deixei meu coração, oh! Bem amado...

Pois sim, mais que tu,
Jamais alguém foi ou será esperado!

Onde andará tua voz, que tem o balanço das ondas?
Teus olhos, de grandes lagos salinos?
Tua boca, oceano selvagem, profundo?!

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