
Sinto perto, quem está longe...
Distante dos meus braços,
Ouço ao longe,
Uma voz que diz:
_ O passado não volta jamais!
Segue em frente...
Escreve uma nova história...
Mas vem de algum lugar,
Talvez dos subterrâneos
Da paixão, um grito latente
Em meio à escuridão.
Voz rouca cheia de emoção,
Embargada de soluços.
Embriagada de lágrimas
Que suplica por outro momento!
Outro beijo!
Outra noite!
Outro dia!
Outro pôr-do-sol
Lá no Guaíba!
Porto Alegre de alegria,
De desejo e fantasia...
Ou talvez,
Porto Alegre fria...
Vazia, sem cor...
Cidade da melancolia...
Dos amores mil...
Das lindas gurias...
Dos poetas imortais...
Dos suspiros sem iguais...
Não há outra mais bonita!
Minha terra tão querida!
Meu porto dos casais...
Cenário do nosso amor,
Pois sinto perto, quem está longe...
Distante dos meus braços,
Ouço ao longe,
Uma voz que diz:
_ O passado não volta jamais!
Segue em frente...
Escreve uma nova história...
Mas vem de algum lugar,
Talvez dos subterrâneos
Da paixão, um grito latente
Em meio à escuridão.
Voz rouca cheia de emoção,
Embargada de soluços.
Embriagada de lágrimas
Que suplica por outro momento!
Outro beijo!
Outra noite!
Outro dia!
Outro pôr-do-sol
Lá no Guaíba!
Porto Alegre de alegria,
De desejo e fantasia...
Ou talvez,
Porto Alegre fria...
Vazia, sem cor..
Cidade da melancolia...
Dos amores mil...
Das lindas gurias...
Dos poetas imortais...
Dos suspiros sem iguais...
Não há outra mais bonita!
Minha terra tão querida!
Meu porto dos casais...
Cenário do nosso amor,
Posso assim chamá-lo?
Este algo que nos une...
Separa... Para reencontrar-se
Talvez agora? (Lê Costa)
Distante dos meus braços,
Ouço ao longe,
Uma voz que diz:
_ O passado não volta jamais!
Segue em frente...
Escreve uma nova história...
Mas vem de algum lugar,
Talvez dos subterrâneos
Da paixão, um grito latente
Em meio à escuridão.
Voz rouca cheia de emoção,
Embargada de soluços.
Embriagada de lágrimas
Que suplica por outro momento!
Outro beijo!
Outra noite!
Outro dia!
Outro pôr-do-sol
Lá no Guaíba!
Porto Alegre de alegria,
De desejo e fantasia...
Ou talvez,
Porto Alegre fria...
Vazia, sem cor...
Cidade da melancolia...
Dos amores mil...
Das lindas gurias...
Dos poetas imortais...
Dos suspiros sem iguais...
Não há outra mais bonita!
Minha terra tão querida!
Meu porto dos casais...
Cenário do nosso amor,
Pois sinto perto, quem está longe...
Distante dos meus braços,
Ouço ao longe,
Uma voz que diz:
_ O passado não volta jamais!
Segue em frente...
Escreve uma nova história...
Mas vem de algum lugar,
Talvez dos subterrâneos
Da paixão, um grito latente
Em meio à escuridão.
Voz rouca cheia de emoção,
Embargada de soluços.
Embriagada de lágrimas
Que suplica por outro momento!
Outro beijo!
Outra noite!
Outro dia!
Outro pôr-do-sol
Lá no Guaíba!
Porto Alegre de alegria,
De desejo e fantasia...
Ou talvez,
Porto Alegre fria...
Vazia, sem cor..
Cidade da melancolia...
Dos amores mil...
Das lindas gurias...
Dos poetas imortais...
Dos suspiros sem iguais...
Não há outra mais bonita!
Minha terra tão querida!
Meu porto dos casais...
Cenário do nosso amor,
Posso assim chamá-lo?
Este algo que nos une...
Separa... Para reencontrar-se
Talvez agora? (Lê Costa)
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