
Inefáveis asas,
Para vós foram dadas,
Então porque não usá-las?
Não escondam do mundo
As vossas asas!
Antes, voem!
E que o vento,
Nascido do bater de tantas asas,
Mude o curso da vida,
Do amor, da política,
E porque não da história?
Porque todos vós sois dela,
Escritores, roteiristas,
Diretores e principais atores.
Não as escondam!
Antes, as desamarrem!
Para vós foram dadas,
Então porque não usá-las?
Não escondam do mundo
As vossas asas!
Antes, voem!
E que o vento,
Nascido do bater de tantas asas,
Mude o curso da vida,
Do amor, da política,
E porque não da história?
Porque todos vós sois dela,
Escritores, roteiristas,
Diretores e principais atores.
Não as escondam!
Antes, as desamarrem!
E nós, parafraseando Bilac,
Ouvidores e entendedores
De estrelas,
Sejamos os fisioterapeutas
Desses milhões e milhões
De asas, as quais
Estão quase que completamente
Atrofiadas!
Eis aí, a nossa dura missão!
Sair clamando pelas ruas,
Como que profetas, diante
De nossa amada e idolatrada nação,
A seguinte afirmação,
Inefáveis asas,
Para vós foram dadas,
Então porque não usá-las? (Lê Costa)
Ouvidores e entendedores
De estrelas,
Sejamos os fisioterapeutas
Desses milhões e milhões
De asas, as quais
Estão quase que completamente
Atrofiadas!
Eis aí, a nossa dura missão!
Sair clamando pelas ruas,
Como que profetas, diante
De nossa amada e idolatrada nação,
A seguinte afirmação,
Inefáveis asas,
Para vós foram dadas,
Então porque não usá-las? (Lê Costa)
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