
Por todo o lugar onde repousa o meu olhar,
Não vejo o que fisicamente meus olhos
Deveriam enxergar.
O que eles visualizam
É algo que me conforta
E perturba.
Uma mistura de euforia
E temor.
Uma espécie de
Prazer receoso
Sei lá.
Só sei que,
Por todo lugar
Onde repousa o meu olhar
Só enxergo tua imagem bendita.
Teus olhinhos de menino
Quase-homem.
Tua boca tão convidativa e vermelha
Como se fosse a primeira maçã do mundo.
Aquela feita por Deus no dia da criação.
Ah! Que sabor deve ter a tua boca príncipe!
Será tu aquele que eu procuro?
O qual traz nos lábios uma sede infinda de beijos?
O único? O abençoado? O eleito?
O príncipe bem-amado?
Mas o que adianta,
Se tu não sabes como eu me sinto
E eu não tenho coragem de dizer-te a verdade.
Tudo por causa desse prazer receoso.
Que ao mesmo tempo satisfaz e perturba.
Tudo porque tu trazes no olhar,
Essa encantadora ternura.
Esse jeito “tão inocente” de saber o que é amar.
Saibas, és tu o príncipe que mora no meu desejo,
No meu anseio, na minha ilusão angustiada
De aprender e sentir o que é amar e ser amada.
Ah! Romeu. Meu Romeu!
Pelo menos nos meus sonhos tu és meu.
E eu beijar-te-ia como tu nunca foste beijado!
Amar-te-ia como jamais foste amado!
Falar-te-ia versos todos bonitos e puros.
Pois meu coração tem uma voz misteriosa,
De onde exala o perfume de todas as rosas
E são elas todas para ti!
Para enfeitar o caminho
Por onde passares.
E os lençóis, que tanto invejo.
Onde repousam teus braços,
Teus cabelos, tudo enfim
Que há em ti.
Que me alegra e desespera.
Enche e esvazia.
Arde e esfria.
Ilumina e escurece. (Lê Costa)
Deveriam enxergar.
O que eles visualizam
É algo que me conforta
E perturba.
Uma mistura de euforia
E temor.
Uma espécie de
Prazer receoso
Sei lá.
Só sei que,
Por todo lugar
Onde repousa o meu olhar
Só enxergo tua imagem bendita.
Teus olhinhos de menino
Quase-homem.
Tua boca tão convidativa e vermelha
Como se fosse a primeira maçã do mundo.
Aquela feita por Deus no dia da criação.
Ah! Que sabor deve ter a tua boca príncipe!
Será tu aquele que eu procuro?
O qual traz nos lábios uma sede infinda de beijos?
O único? O abençoado? O eleito?
O príncipe bem-amado?
Mas o que adianta,
Se tu não sabes como eu me sinto
E eu não tenho coragem de dizer-te a verdade.
Tudo por causa desse prazer receoso.
Que ao mesmo tempo satisfaz e perturba.
Tudo porque tu trazes no olhar,
Essa encantadora ternura.
Esse jeito “tão inocente” de saber o que é amar.
Saibas, és tu o príncipe que mora no meu desejo,
No meu anseio, na minha ilusão angustiada
De aprender e sentir o que é amar e ser amada.
Ah! Romeu. Meu Romeu!
Pelo menos nos meus sonhos tu és meu.
E eu beijar-te-ia como tu nunca foste beijado!
Amar-te-ia como jamais foste amado!
Falar-te-ia versos todos bonitos e puros.
Pois meu coração tem uma voz misteriosa,
De onde exala o perfume de todas as rosas
E são elas todas para ti!
Para enfeitar o caminho
Por onde passares.
E os lençóis, que tanto invejo.
Onde repousam teus braços,
Teus cabelos, tudo enfim
Que há em ti.
Que me alegra e desespera.
Enche e esvazia.
Arde e esfria.
Ilumina e escurece. (Lê Costa)
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