domingo, 18 de setembro de 2011

Soneto do olhar verde-avelã










Eu lhe disse, seus olhos são verdes!
Um verde que canta e encanta
Um verde que espanta e conduz
A todos que os amam a luz!

Mas tu me dizes não são verdes,
Meus olhos são cor de avelã!
Eu lhe digo: Não importa,
Pois neles há toda doçura do mel da maçã!

Teus olhos cor de avelã têm a cor
Da saudade, que me invade,
Sem piedade a cada manhã.

Teus olhos cor de avelã, cor de amizade,
Oh! Dulce! Não adianta os pedires de volta,
Eles são meus, desde agora e por toda a eternidade!
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Para ti Dulce, amiga que tanto amo
fiz este simples soneto.

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