domingo, 18 de setembro de 2011

Carta para uma amiga




















Os desígnos de Deus, que alguns chamam de destino,
acaba por nos trazer pessoas que se tornam
inesquecíveis em nossas vidas.
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Confesso-te, quando te encontrei pela primeira vez, não
fui tomada de amores por ti.
Olhei-te e pensei, essa criatura ostenta certo ar de
superioridade e também tive a impressão de que
tu não foste muito com a minha cara.
Lembra-te do ditado que diz que a primeira impressão
é a que fica? Tudo mentira.
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Retomando, aquele que é onipotente juntou as nossas
vidas, quando iríamos imaginar que moraríamos de baixo
do mesmo teto? Pois é, assim vivemos juntas, por dois anos
e eu pude conhecer-te melhor e então... Plim!
Num piscar de olhos surgiu a mais bela amizade do mundo.
Claro que certos conceitos teus me assustaram; ainda me
assustam, não os entendo, mas isso não faz diferença.
Vê amiga que ser único tu és? Como dizem por ai igual a ti
nem tirando Xerox! Nossa teu grau de narcisismo já é grande
agora vai triplicar!
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Quando fostes embora pelo mundo a fora, eu chorei, me preocupei
tanto que me deu uma crise de nervos e eu tremi feita vara verde!
Sabe por quê? Porque tu estarias longe de mim e assim eu não poderia
proteger-te se algo desse errado, mas enfim, tu foste e aprendeu a andar
com tuas próprias pernas, que orgulho! E me lembrou que não podemos
prender as pessoas que amamos do nosso lado, porque na vida chega uma
hora que cada um segue seu rumo.
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Du, sincera, honesta, segura e amiga,
tu és tudo isso e muito mais, mas não
posso citar tudo aqui, pois me faltaria papel.
Bom eu enrolei-te amiga com todo esse blá blá blá
para simplesmente dizer-te uma verdade irrefutável,
Eu te amo...

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