Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Dos beijos teus.
Se assim o fosse,
Elas seriam
Tão doces!
Doces como mel
E não amargas
Como fel,
Pois nasceram
De uma dor
Incansavelmente cruel.
Bem se vê
Que não as conhece.
Afinal, não ficaram
Guardadas em teu coração.
Antes, foram todas
Sepultadas
Pelo chão.
Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Da tua boca.
Se assim o fosse,
Elas seria
Verdadeiras
Cascatas de luz,
De alegria.
E não cachoeiras
De trevas,
De agonia.
Bem se vê
Que não as conhece.
Afinal, são ela
Gotas vivas,
Do sangue de um
Amor que o tempo
Não levou.
Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Dos beijos teus
Se assim o fosse,
Elas seriam
Sol de verão,
Águas tranquilas,
E não geada
Em noite escura e fria.
Sem lua e estrela,
Sem sonho e poesia.
Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Da tua boca.
Ou será que
Eu me enganei tanto,
E assim como as
Minhas lágrimas,
A tua boca
tem o gosto
Mortal de um abismo?
Onde eu continuo
Caindo...Caindo...
Caindo...Caindo...
Não importa,
Apenas beije-me,
Uma última vez
Amado.
Pois, como dizem por aí,
"O amor é vinho forte,
mais forte que a própria morte".
E eu não quero
Morrer de bala,
De faca,
De doença,
De fome.
Eu quero morrer
Beijando-te,
Eu quero morrer
Amando-te,
Ainda que não me ames.
(Lê Costa)
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Dos beijos teus.
Se assim o fosse,
Elas seriam
Tão doces!
Doces como mel
E não amargas
Como fel,
Pois nasceram
De uma dor
Incansavelmente cruel.
Bem se vê
Que não as conhece.
Afinal, não ficaram
Guardadas em teu coração.
Antes, foram todas
Sepultadas
Pelo chão.
Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Da tua boca.
Se assim o fosse,
Elas seria
Verdadeiras
Cascatas de luz,
De alegria.
E não cachoeiras
De trevas,
De agonia.
Bem se vê
Que não as conhece.
Afinal, são ela
Gotas vivas,
Do sangue de um
Amor que o tempo
Não levou.
Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Dos beijos teus
Se assim o fosse,
Elas seriam
Sol de verão,
Águas tranquilas,
E não geada
Em noite escura e fria.
Sem lua e estrela,
Sem sonho e poesia.
Não! As minhas
Lágrimas nunca
Tiveram o sabor
Da tua boca.
Ou será que
Eu me enganei tanto,
E assim como as
Minhas lágrimas,
A tua boca
tem o gosto
Mortal de um abismo?
Onde eu continuo
Caindo...Caindo...
Caindo...Caindo...
Não importa,
Apenas beije-me,
Uma última vez
Amado.
Pois, como dizem por aí,
"O amor é vinho forte,
mais forte que a própria morte".
E eu não quero
Morrer de bala,
De faca,
De doença,
De fome.
Eu quero morrer
Beijando-te,
Eu quero morrer
Amando-te,
Ainda que não me ames.
(Lê Costa)
os sentimentos as vezes são extremamente intensos...
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