Agora
À noite chovi
Muito,
Chove tanto!
Pois o céu
Vaidoso e trigueiro
Está Chorando...
Mas não sabe ele,
Que a tristeza
Constante,
Nos parte em mil
Pedaços,
Tornando-nos escravos,
Quando na verdade,
O que queremos
É ser livres,
Como as mariposas,
Como o vento,
Como as aves migratórias.
Agora
À noite chovi
Muito,
Chove tanto!
Pois o céu
Vaidoso e trigueiro
Está chorando...
Mas não sabe ele,
Que o seu pranto
Amargurado,
Mistura-se ao choro
Dos corações
Abandonados.
Assim, os dois
Unidos num só
Lamento,
Cantam juntos,
Uma só canção,
A canção do desalento.
Agora
À noite chovi
Muito,
Chove tanto!
Pois o céu
Vaidoso e trigueiro
Está chorando...
Pois enfim,
O mau encanto
Está quebrando...
(Lê Costa)
À noite chovi
Muito,
Chove tanto!
Pois o céu
Vaidoso e trigueiro
Está Chorando...
Mas não sabe ele,
Que a tristeza
Constante,
Nos parte em mil
Pedaços,
Tornando-nos escravos,
Quando na verdade,
O que queremos
É ser livres,
Como as mariposas,
Como o vento,
Como as aves migratórias.
Agora
À noite chovi
Muito,
Chove tanto!
Pois o céu
Vaidoso e trigueiro
Está chorando...
Mas não sabe ele,
Que o seu pranto
Amargurado,
Mistura-se ao choro
Dos corações
Abandonados.
Assim, os dois
Unidos num só
Lamento,
Cantam juntos,
Uma só canção,
A canção do desalento.
Agora
À noite chovi
Muito,
Chove tanto!
Pois o céu
Vaidoso e trigueiro
Está chorando...
Pois enfim,
O mau encanto
Está quebrando...
(Lê Costa)
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