Voou para longe.
E como são grande
As suas asas!
São ternas e macias!
Cada peninha delas
É feita de sonhos
Fantasias.
Portanto, voa canto!... Voa!
Entre pela janela
Do quarto onde repousa
Aquele homem
Que tu amas.
E cante docemente,
A canção que tu Fizeste para honrá-lo,
Bendizê-lo, abençoá-lo,
Pois ninguém mais
No mundo nascerá Com aqueles olhos.
Então cante! Cante!
Não chore em sua presença.
Apenas faça-o sonhar.
(Lê Costa)
E como são grande
As suas asas!
São ternas e macias!
Cada peninha delas
É feita de sonhos
Fantasias.
Portanto, voa canto!... Voa!
Entre pela janela
Do quarto onde repousa
Aquele homem
Que tu amas.
E cante docemente,
A canção que tu Fizeste para honrá-lo,
Bendizê-lo, abençoá-lo,
Pois ninguém mais
No mundo nascerá Com aqueles olhos.
Então cante! Cante!
Não chore em sua presença.
Apenas faça-o sonhar.
(Lê Costa)
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