Ninguém me entende.
Ninguém sabe o por quê
De eu ser assim.
É que nenhum deles foi tocado
Pela fada mal do amor.
E nem receberam de presente
Da angustia, uma dor
Como essa que transborda em mim.
Todos esses que me olham,
Me analisam, nunca,
Saberão ao certo quem eu sou.
Mas isso realmente, não me importa,
Pois daqui do meu castelo
Calmamente eu contemplo,
O corre-corre dessa gente,
As quais, nascem, crescem e não aprendem.
Que cá nesta vida, que é uma só,
É preciso ter coragem de dizer
E defender o que se sente.
Mesmo que pra isso
Se tenha que viver,
Incompreendido... Incompreendida...
Assim como eu.
Logo, prefiro não ser entendida.
Do que deixar de ser,
Simplesmente eu!
Do que deixar de ser,
Simplesmente Letícia...
Ninguém sabe o por quê
De eu ser assim.
É que nenhum deles foi tocado
Pela fada mal do amor.
E nem receberam de presente
Da angustia, uma dor
Como essa que transborda em mim.
Todos esses que me olham,
Me analisam, nunca,
Saberão ao certo quem eu sou.
Mas isso realmente, não me importa,
Pois daqui do meu castelo
Calmamente eu contemplo,
O corre-corre dessa gente,
As quais, nascem, crescem e não aprendem.
Que cá nesta vida, que é uma só,
É preciso ter coragem de dizer
E defender o que se sente.
Mesmo que pra isso
Se tenha que viver,
Incompreendido... Incompreendida...
Assim como eu.
Logo, prefiro não ser entendida.
Do que deixar de ser,
Simplesmente eu!
Do que deixar de ser,
Simplesmente Letícia...
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