De repente, vejo-te!
E estendo para ti os meus abraços!
E fecho só para ti,
Os meus olhos.
E nesse momento,
Nós, crescemos juntos amor!
Tornamo-nos como que
Dois imensos gigantes.
Pois só o amor, só ele
É que nos torna grandes.
Enquanto que os outros
Ao nosso redor,
Continuam pequenos,
Mesquinhos e imperfeitos.
Mas nós amor,
Continuamos crescendo,
E desse jeito,
Ultrapassaremos
O céu, o universo,
As dificuldades, as dúvidas
E o medo.
Afinal, porque sucumbir ao medo, meu amor?
Se perto daquele outro
Sentimento que nos une,
Ele é nada,
É pó,
O deitemos ao completo
Esquecimento!
Para que possamos
Erguer as nossas taças!
Cheia daquela bebida
Chamada vitória.
E celebrarmos
O nosso amor,
A nossa glória,
A minha boca,
A tua boca,
E as nossas inspirações
Tão poeticamente loucas!
E fecho só para ti,
Os meus olhos.
E nesse momento,
Nós, crescemos juntos amor!
Tornamo-nos como que
Dois imensos gigantes.
Pois só o amor, só ele
É que nos torna grandes.
Enquanto que os outros
Ao nosso redor,
Continuam pequenos,
Mesquinhos e imperfeitos.
Mas nós amor,
Continuamos crescendo,
E desse jeito,
Ultrapassaremos
O céu, o universo,
As dificuldades, as dúvidas
E o medo.
Afinal, porque sucumbir ao medo, meu amor?
Se perto daquele outro
Sentimento que nos une,
Ele é nada,
É pó,
O deitemos ao completo
Esquecimento!
Para que possamos
Erguer as nossas taças!
Cheia daquela bebida
Chamada vitória.
E celebrarmos
O nosso amor,
A nossa glória,
A minha boca,
A tua boca,
E as nossas inspirações
Tão poeticamente loucas!
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