
Um ano sem teu abraço,
Tua voz, teu sorriso tão amigo.
Um ano de cores desbotadas.
De um céu azul tristeza.
E tantas incertezas...
Ah! como era bom,
Te ouvir cantando, brincando.
Um menino cheio de encantos.
Tantos! Que nem os posso contar,
Medir, esquadrinhar.
Meu doce pai, Vilmar!
Como eu queria agora
Nesse momento poder
Te abraçar, te beijar.
Te dizer que nada,
Nem as profundezas
Da morte,
Vai nos separar.
Estarás comigo!
Na memória e no coração.
Até a última oração.
Recordação e respiração.
paizinho... vou te amar pra sempre...até meu último suspiro
ResponderExcluir