
Oh torre fria de dores!
De trevas!
Até quando
Manter-me-ás cativa?
Quem poderá saber
O que tu esperas?
Já não cansaste
De ouvir os meus gritos?
Acaso pretendes ver-me
Morrer por dentro,
Até que eu vire como que
Uma raiz nascida em terra seca?
Ou será que estás
A testar-me,
Para que possas contar
Quantas lágrimas cabem
Dentro de meu ser?
Oh, torre fria de dores!
Tu nunca compreenderás
Como é triste amar e esperar,
Alguém, que em tempo algum,
Jamais virá. Lê Costa)
De trevas!
Até quando
Manter-me-ás cativa?
Quem poderá saber
O que tu esperas?
Já não cansaste
De ouvir os meus gritos?
Acaso pretendes ver-me
Morrer por dentro,
Até que eu vire como que
Uma raiz nascida em terra seca?
Ou será que estás
A testar-me,
Para que possas contar
Quantas lágrimas cabem
Dentro de meu ser?
Oh, torre fria de dores!
Tu nunca compreenderás
Como é triste amar e esperar,
Alguém, que em tempo algum,
Jamais virá. Lê Costa)
Se medras diante de mim
ResponderExcluirSer destituido de olhos
Porque me perturba com pífias questões?
Por ser cego não tens esperança?
Nem sentes a luz divina que de ti emana?
Sou uma torre fria, Não tenho emoções.
Mas tenho razão e com ela advirto
És mais forte do que o metal que me faz
E podes ir mais longe do que teus altos gritos
Morrerás somente se quiseres
E tuas lágrimas escorrem por não veres
O quão perto está o teu destino
E quão belo ele será ao me quebrares com teu amor.
A torre!