sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quando eu me for

























Desci até as profundezas do oceano
E estive junto das mais lendárias criaturas.
As sereias me ensinaram o seu canto hipnótico.
E o as ondas, o poder sedutor do seu bailar
De azul submarino.
E era tão bom estar naquele lugar
De algas e águas tranquilas.
E tudo foi perfeito...
Até o dia que uma tempestade profunda e invejosa
Atirou-me de volta a superfície.
E desde então tenho tentado viver
Entre essa gente estranha aqui da terra.
Mas não sei até quando eu conseguirei.
Meu mundo não é esse.
Quero voltar para o infinito azul...
Mas quando eu me for
Não será para o orgulhoso mar.
Eu quero mesmo é voar
No glorioso céu dos céus...
Ali eternamente eu irei morar.

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